Congregação de Adalberto Simão Nader

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A Congregação de Adalberto é dirigida pelo Pr. Cézar Marcos de Sousa, casado com Jussara Sousa e pai de Gabriela, 16 anos e Asafe, 1 ano e 2 meses, ele está nesse ministério a 3 anos e quatro meses. A congregação conta hoje com 58 membros, sendo destes 30 membros assíduos.

A Congregação tem cultos doutrinários às terças, cultos de oração às quartas, e cultos nos lares, geralmente aos sábados, sempre no horário das 19:30h.
No domingo, a congregação conta com EBD às 9h e Culto às 10h e às 19:30h.

Devido à grande necessidade do bairro no qual está inserida, a igreja promove ainda ações para a comunidade na área de pintura, arte, dança, reforço escolar e ensino através de histórias, toda a quinta, de 14h às 17h, com a ajuda de voluntárias como as irmãs Michele Gonçalves e Ângela Kilim.

Aos sábados, das 17h às 18h funciona o CEFLAL. Em alguns domingos, logo após o culto da manhã, acontece um almoço como um evento extra para a comunidade. E em algumas segundas-feiras à noite, acontecem jogos do futebol e queimada.

A congregação participou do grande evento da realizado pela JMN, a MEGATRANS, que rendeu muitos frutos e muito trabalho. Os estudos bíblicos pedidos pelos frutos desse trabalho, estão sendo realizados em dias variados.

Que o Senhor continue abençoando a liderança e toda congregação para que haja grandes frutos para honra e glória do nosso Deus.

E se você quiser e puder ajudar de alguma forma, procure o Pr. Emerson Lyrio. Com certeza, Deus te honrará!

Mensagens Pastorais

58 Anos de Gratidão

A história vitoriosa da Primeira Igreja Batista em Guarapari começou como fruto do trabalho de um colportor, o Sr. Plínio de Andrade, em 1944. As primeiras reuniões foram embaixo de uma árvore, no bairro de Muquiçaba. A PIB de Vitória, sob a direção do Pastor Walter Kaschel, assumiu o ponto de pregação, transformando-o em congregação em 1946. Depois de então, a Congregação em Guarapari se reunia na Rua Pedro Caetano.

Na data de 12 de dezembro de 1959, a congregação foi emancipada em Igreja, estando até hoje, após 58 anos, pregando o Evangelho transformador do nosso Senhor Jesus Cristo. Essa data marcante nos leva a olhar para o passado com gratidão e para o futuro com viva e abundante esperança.

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O Deus que Jesus chamou de Pai

Não faz muito tempo ouvi uma expressão que proporcionou grande alegria para minha alma, certo homem disse assim: “O meu Deus é o Deus que Jesus chamou de Pai”. Que doce verdade, que confortante certeza. Somente nos registros do Evangelho de João, Cristo referiu-se ao Criador como Pai cerca de cento e cinquenta e seis vezes.

O nascimento de Jesus nos coloca em um contexto de graça e paternidade celeste jamais visto. O Deus Altíssimo é Pai, Pai do Verbo, Pai Nosso. Que pai não deseja a mais sublime vida para seus filhos? Tenho certeza que muitos gostariam de dar até mais do que podem, mas não quero escrever hoje sobre eles, quero falar do Pai das Luzes, o ilimitado.

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Como Deus te vê

Existe um modo como a sociedade nos enxerga: não pelo que somos, mas pelo que temos. A ótica humana costuma valorizar as pessoas pelo que elas possuem. Entretanto, o Senhor nos enxerga com misericórdia e com graça. Seu maravilhoso olhar transforma nosso ser, nosso viver. 

Quando o profeta Samuel recebe a incumbência de encontrar um Rei para Israel, ele vai até a casa de Jessé e encontra vários filhos fortes, de boa estatura. Mas, Deus escolhe Davi, sem formação, sem força excepcional. Esse registro do livro primeiro livro de Samuel, capítulo 16, nos confirma que os olhos do Eterno são especiais.

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Encontros e Despedidas

Dizem que a vida é cheia de encontros e despedidas. Mas, existe um perigo! Na verdade, um grande perigo: o de transferirmos a transitoriedade de nossa presença nas coisas do cotidiano para nosso relacionamento com Deus. Em outras palavras, existe o grande risco de nossa relação com Pai transformar-se em encontros e despedidas.

Vejo homens e mulheres envolvidos em convivências fugazes, alígeras. Nutre-se um amor na sexta que misteriosamente acaba na segunda. Relacionamentos transformados em envolvimentos, na expectativa de emoções novas, que de fato chegam. Porém, chegam com sua irmã-gêmea: a frustração. Envolvimentos possuem prazos, relacionamentos não.

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