Campanha de Missões Mundiais 2017

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Durante o mês de março vivenciamos um momento precioso como Igreja na realização da campanha de promoção do trabalho missionário que os batistas têm feito em nível mundial. O tema da campanha, “Leve esperança até que Ele venha”, foi enfatizado com o objetivo de convocar a Igreja à responsabilidade do cumprimento da ordem de Jesus: “Ide e fazei discípulos de todas as nações”. As pessoas clamam por uma vida plena e sabemos que elas só terão o que anseiam quando reconhecerem o senhorio de Jesus e tornarem seus discípulos.

A responsabilidade de levar a verdadeira e única esperança à humanidade é de cada um de nós, Igreja de Jesus, e precisamos nos apressar, pois a vinda do Senhor está próxima. O que eu e você estamos fazendo para mudar a eternidade das pessoas?

O ministério de Missões se alegra com cada pessoa, da sede da PIB e das congregações, que se envolveu direta e indiretamente neste trabalho, entendendo que a mobilização do cumprimento da missão não é responsabilidade de um, e sim um envolvimento coletivo. E foi esse entendimento que tornou possível a realização da campanha de forma harmoniosa, abençoada e abençoadora.

#SomosTodosMissionários – que este seja o nosso sentimento comum enquanto Igreja no cumprimento da missão, desenvolvendo atitudes mobilizadoras, ofertando, orando e indo, não só apenas no decorrer dos períodos de campanhas missionárias, mas durante a nossa vida com pequenas ou grandes atitudes de amor e propagação do evangelho.

Em Cristo,

Fabricia Santos - Líder do Ministério de Missões

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Mensagens Pastorais

Como Deus te vê

Existe um modo como a sociedade nos enxerga: não pelo que somos, mas pelo que temos. A ótica humana costuma valorizar as pessoas pelo que elas possuem. Entretanto, o Senhor nos enxerga com misericórdia e com graça. Seu maravilhoso olhar transforma nosso ser, nosso viver. 

Quando o profeta Samuel recebe a incumbência de encontrar um Rei para Israel, ele vai até a casa de Jessé e encontra vários filhos fortes, de boa estatura. Mas, Deus escolhe Davi, sem formação, sem força excepcional. Esse registro do livro primeiro livro de Samuel, capítulo 16, nos confirma que os olhos do Eterno são especiais.

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Encontros e Despedidas

Dizem que a vida é cheia de encontros e despedidas. Mas, existe um perigo! Na verdade, um grande perigo: o de transferirmos a transitoriedade de nossa presença nas coisas do cotidiano para nosso relacionamento com Deus. Em outras palavras, existe o grande risco de nossa relação com Pai transformar-se em encontros e despedidas.

Vejo homens e mulheres envolvidos em convivências fugazes, alígeras. Nutre-se um amor na sexta que misteriosamente acaba na segunda. Relacionamentos transformados em envolvimentos, na expectativa de emoções novas, que de fato chegam. Porém, chegam com sua irmã-gêmea: a frustração. Envolvimentos possuem prazos, relacionamentos não.

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Sobre Sapatos e Canetas

Dentre todas as diferenças materiais, estruturais e utilitárias que existem entre sapatos e canetas, encontro uma semelhança: ambos são objetos que nós perdemos constantemente. A diferença é que os sapatos nós perdemos por necessidade - já que nossos pés crescem - mas as canetas nós perdemos por descuido. 

Devemos dar graças a Deus por coisas em nossas vidas que são como sapatos, com o tempo não nos servem mais. Em 1ª aos Coríntios 13, a mais bela narrativa de Paulo sobre o amor, ele diz no versículo 11: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” Crescer é necessário, amadurecer é importante, deixar velhos hábitos é indispensável.

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Páginas em Branco

Já estava desacostumado, mas depois de muito tempo meu professor passou um gigantesco trabalho manuscrito. Nessa era de computador, tablet, etc, desaprendemos a escrever à mão. Na universidade, os cadernos foram substituídos por notebooks, até mesmo as aulas nos quadros foram para o projetor do datashow.

A evolução nos deixa acomodados. A gente se acomoda com a companhia dos artistas da TV, quando não há ninguém ao lado no sofá; se acomoda a mandar mensagem pelo celular e se desacostuma com a voz e a presença do outro. Muitas teclas, pouco toque. Muitas telas, pouca visão. Muitos dados, poucos abraços.

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