Campanha de Missões Mundiais 2017

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Durante o mês de março vivenciamos um momento precioso como Igreja na realização da campanha de promoção do trabalho missionário que os batistas têm feito em nível mundial. O tema da campanha, “Leve esperança até que Ele venha”, foi enfatizado com o objetivo de convocar a Igreja à responsabilidade do cumprimento da ordem de Jesus: “Ide e fazei discípulos de todas as nações”. As pessoas clamam por uma vida plena e sabemos que elas só terão o que anseiam quando reconhecerem o senhorio de Jesus e tornarem seus discípulos.

A responsabilidade de levar a verdadeira e única esperança à humanidade é de cada um de nós, Igreja de Jesus, e precisamos nos apressar, pois a vinda do Senhor está próxima. O que eu e você estamos fazendo para mudar a eternidade das pessoas?

O ministério de Missões se alegra com cada pessoa, da sede da PIB e das congregações, que se envolveu direta e indiretamente neste trabalho, entendendo que a mobilização do cumprimento da missão não é responsabilidade de um, e sim um envolvimento coletivo. E foi esse entendimento que tornou possível a realização da campanha de forma harmoniosa, abençoada e abençoadora.

#SomosTodosMissionários – que este seja o nosso sentimento comum enquanto Igreja no cumprimento da missão, desenvolvendo atitudes mobilizadoras, ofertando, orando e indo, não só apenas no decorrer dos períodos de campanhas missionárias, mas durante a nossa vida com pequenas ou grandes atitudes de amor e propagação do evangelho.

Em Cristo,

Fabricia Santos - Líder do Ministério de Missões

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Mensagens Pastorais

58 Anos de Gratidão

A história vitoriosa da Primeira Igreja Batista em Guarapari começou como fruto do trabalho de um colportor, o Sr. Plínio de Andrade, em 1944. As primeiras reuniões foram embaixo de uma árvore, no bairro de Muquiçaba. A PIB de Vitória, sob a direção do Pastor Walter Kaschel, assumiu o ponto de pregação, transformando-o em congregação em 1946. Depois de então, a Congregação em Guarapari se reunia na Rua Pedro Caetano.

Na data de 12 de dezembro de 1959, a congregação foi emancipada em Igreja, estando até hoje, após 58 anos, pregando o Evangelho transformador do nosso Senhor Jesus Cristo. Essa data marcante nos leva a olhar para o passado com gratidão e para o futuro com viva e abundante esperança.

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O Deus que Jesus chamou de Pai

Não faz muito tempo ouvi uma expressão que proporcionou grande alegria para minha alma, certo homem disse assim: “O meu Deus é o Deus que Jesus chamou de Pai”. Que doce verdade, que confortante certeza. Somente nos registros do Evangelho de João, Cristo referiu-se ao Criador como Pai cerca de cento e cinquenta e seis vezes.

O nascimento de Jesus nos coloca em um contexto de graça e paternidade celeste jamais visto. O Deus Altíssimo é Pai, Pai do Verbo, Pai Nosso. Que pai não deseja a mais sublime vida para seus filhos? Tenho certeza que muitos gostariam de dar até mais do que podem, mas não quero escrever hoje sobre eles, quero falar do Pai das Luzes, o ilimitado.

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Como Deus te vê

Existe um modo como a sociedade nos enxerga: não pelo que somos, mas pelo que temos. A ótica humana costuma valorizar as pessoas pelo que elas possuem. Entretanto, o Senhor nos enxerga com misericórdia e com graça. Seu maravilhoso olhar transforma nosso ser, nosso viver. 

Quando o profeta Samuel recebe a incumbência de encontrar um Rei para Israel, ele vai até a casa de Jessé e encontra vários filhos fortes, de boa estatura. Mas, Deus escolhe Davi, sem formação, sem força excepcional. Esse registro do livro primeiro livro de Samuel, capítulo 16, nos confirma que os olhos do Eterno são especiais.

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Encontros e Despedidas

Dizem que a vida é cheia de encontros e despedidas. Mas, existe um perigo! Na verdade, um grande perigo: o de transferirmos a transitoriedade de nossa presença nas coisas do cotidiano para nosso relacionamento com Deus. Em outras palavras, existe o grande risco de nossa relação com Pai transformar-se em encontros e despedidas.

Vejo homens e mulheres envolvidos em convivências fugazes, alígeras. Nutre-se um amor na sexta que misteriosamente acaba na segunda. Relacionamentos transformados em envolvimentos, na expectativa de emoções novas, que de fato chegam. Porém, chegam com sua irmã-gêmea: a frustração. Envolvimentos possuem prazos, relacionamentos não.

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