Campanha de Missões Estaduais 2017

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Durante o mês de junho vivenciamos um momento precioso como Igreja, à realização da campanha de promoção do trabalho missionário que os batistas têm realizado em todo o Estado do Espirito Santo.

O tema da campanha, “Eu Tenho Um sonho”, foi enfatizado com o objetivo de despertar na Igreja o entendimento de que o amor, tão falado e pregado, precisa partir para o campo da ação. Para isso é preciso sonhar. Sonhar com ações que realmente importam. Sonhar em mudar a eternidade das pessoas que clamam por uma mudança real de vida. E essa é a responsabilidade de cada um de nós, Igreja de Jesus, e precisamos nos apressar, pois a vinda do Senhor está próxima.

 

O Ministério de Missões se alegra com a parceria com cada ministério e pessoa que se envolveu, direta e indiretamente, durante o período da campanha, entendendo que a mobilização do cumprimento da missão não é responsabilidade de um, e sim um envolvimento coletivo.

Somos a Igreja de Cristo, e recebemos dEle uma ordem. Que possamos cultivar o sonho de marcarmos a vida das pessoas nos disponibilizando, a cada dia, a sermos instrumentos do Senhor Jesus para a propagação do seu evangelho libertador.

#SomosTodosMissionários – que este seja o nosso sentimento comum enquanto Igreja, no cumprimento da missão, desenvolvendo atitudes mobilizadoras, ofertando, orando e indo, não só apenas no decorrer dos períodos de campanhas missionárias, mas durante a nossa vida com pequenas ou grandes atitudes de amor e propagação do evangelho.

Em Cristo,

Fabricia Santos
Ministério de Missões

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Mensagens Pastorais

Como Deus te vê

Existe um modo como a sociedade nos enxerga: não pelo que somos, mas pelo que temos. A ótica humana costuma valorizar as pessoas pelo que elas possuem. Entretanto, o Senhor nos enxerga com misericórdia e com graça. Seu maravilhoso olhar transforma nosso ser, nosso viver. 

Quando o profeta Samuel recebe a incumbência de encontrar um Rei para Israel, ele vai até a casa de Jessé e encontra vários filhos fortes, de boa estatura. Mas, Deus escolhe Davi, sem formação, sem força excepcional. Esse registro do livro primeiro livro de Samuel, capítulo 16, nos confirma que os olhos do Eterno são especiais.

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Encontros e Despedidas

Dizem que a vida é cheia de encontros e despedidas. Mas, existe um perigo! Na verdade, um grande perigo: o de transferirmos a transitoriedade de nossa presença nas coisas do cotidiano para nosso relacionamento com Deus. Em outras palavras, existe o grande risco de nossa relação com Pai transformar-se em encontros e despedidas.

Vejo homens e mulheres envolvidos em convivências fugazes, alígeras. Nutre-se um amor na sexta que misteriosamente acaba na segunda. Relacionamentos transformados em envolvimentos, na expectativa de emoções novas, que de fato chegam. Porém, chegam com sua irmã-gêmea: a frustração. Envolvimentos possuem prazos, relacionamentos não.

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Sobre Sapatos e Canetas

Dentre todas as diferenças materiais, estruturais e utilitárias que existem entre sapatos e canetas, encontro uma semelhança: ambos são objetos que nós perdemos constantemente. A diferença é que os sapatos nós perdemos por necessidade - já que nossos pés crescem - mas as canetas nós perdemos por descuido. 

Devemos dar graças a Deus por coisas em nossas vidas que são como sapatos, com o tempo não nos servem mais. Em 1ª aos Coríntios 13, a mais bela narrativa de Paulo sobre o amor, ele diz no versículo 11: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” Crescer é necessário, amadurecer é importante, deixar velhos hábitos é indispensável.

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Páginas em Branco

Já estava desacostumado, mas depois de muito tempo meu professor passou um gigantesco trabalho manuscrito. Nessa era de computador, tablet, etc, desaprendemos a escrever à mão. Na universidade, os cadernos foram substituídos por notebooks, até mesmo as aulas nos quadros foram para o projetor do datashow.

A evolução nos deixa acomodados. A gente se acomoda com a companhia dos artistas da TV, quando não há ninguém ao lado no sofá; se acomoda a mandar mensagem pelo celular e se desacostuma com a voz e a presença do outro. Muitas teclas, pouco toque. Muitas telas, pouca visão. Muitos dados, poucos abraços.

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