Campanha Nacional de Mobilização 2017

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Há 110 anos, Missões Nacionais tem trabalhado, incansavelmente, na transformação de vidas para a glória de Deus. Nossa visão é alcançar todos com o evangelho, sem fazer acepção de pessoas. Atuamos nas principais necessidades, em que a ausência de Deus tem ceifado almas e abatido a sociedade. Temos a firme convicção de que a salvação se manifestou para todos os homens por meio de Jesus, o autor e consumador da nossa fé.

 

Missões Nacionais almeja cuidar de cada pessoa neste país repleto de mazelas, desafios e incertezas. O que buscamos todos os dias, ao longo da nossa jornada, não é só olhar, mas enxergar o nosso próximo com a mesma compaixão e graça do nosso Pai.

Cada um de nós é coadjuvante e cooperador da grande obra que Deus está realizando no Brasil. Muitos cristãos têm vivido dentro das igrejas sem ter a real dimensão do que Deus está promovendo no nosso país. Você se imaginaria fora disso? A obra de Deus começa operando em nós para ser perpetuada. Somos agentes dessa multiplicação. É preciso despertar dentro do nosso coração o ardor missionário e contagiar homens e mulheres batistas para atingirmos o objetivo de salvar vidas.

Não podemos ficar apáticos à obra de Cristo! É preciso celebrar, se envolver, participar, mobilizar e contribuir com o avanço da obra no campo missionário! Convocamos o povo batista brasileiro a voltar os olhos para a seara, onde tantos jovens e adultos têm dedicado a vida a serviço do Rei. É certo que as experiências que virão serão transformadoras também na vida e no coração de cada seguidor do evangelho.

Olhe em volta e veja o que Cristo tem feito. Conte a quem está perto de você! Seja também um agente da transformação que Deus usa para abençoar sua comunidade e gentios em nosso país! Com fé, Deus é poderoso para mudar qualquer cenário.

Extraído e adaptado do site da JMN

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Mensagens Pastorais

Como Deus te vê

Existe um modo como a sociedade nos enxerga: não pelo que somos, mas pelo que temos. A ótica humana costuma valorizar as pessoas pelo que elas possuem. Entretanto, o Senhor nos enxerga com misericórdia e com graça. Seu maravilhoso olhar transforma nosso ser, nosso viver. 

Quando o profeta Samuel recebe a incumbência de encontrar um Rei para Israel, ele vai até a casa de Jessé e encontra vários filhos fortes, de boa estatura. Mas, Deus escolhe Davi, sem formação, sem força excepcional. Esse registro do livro primeiro livro de Samuel, capítulo 16, nos confirma que os olhos do Eterno são especiais.

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Encontros e Despedidas

Dizem que a vida é cheia de encontros e despedidas. Mas, existe um perigo! Na verdade, um grande perigo: o de transferirmos a transitoriedade de nossa presença nas coisas do cotidiano para nosso relacionamento com Deus. Em outras palavras, existe o grande risco de nossa relação com Pai transformar-se em encontros e despedidas.

Vejo homens e mulheres envolvidos em convivências fugazes, alígeras. Nutre-se um amor na sexta que misteriosamente acaba na segunda. Relacionamentos transformados em envolvimentos, na expectativa de emoções novas, que de fato chegam. Porém, chegam com sua irmã-gêmea: a frustração. Envolvimentos possuem prazos, relacionamentos não.

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Sobre Sapatos e Canetas

Dentre todas as diferenças materiais, estruturais e utilitárias que existem entre sapatos e canetas, encontro uma semelhança: ambos são objetos que nós perdemos constantemente. A diferença é que os sapatos nós perdemos por necessidade - já que nossos pés crescem - mas as canetas nós perdemos por descuido. 

Devemos dar graças a Deus por coisas em nossas vidas que são como sapatos, com o tempo não nos servem mais. Em 1ª aos Coríntios 13, a mais bela narrativa de Paulo sobre o amor, ele diz no versículo 11: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” Crescer é necessário, amadurecer é importante, deixar velhos hábitos é indispensável.

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Páginas em Branco

Já estava desacostumado, mas depois de muito tempo meu professor passou um gigantesco trabalho manuscrito. Nessa era de computador, tablet, etc, desaprendemos a escrever à mão. Na universidade, os cadernos foram substituídos por notebooks, até mesmo as aulas nos quadros foram para o projetor do datashow.

A evolução nos deixa acomodados. A gente se acomoda com a companhia dos artistas da TV, quando não há ninguém ao lado no sofá; se acomoda a mandar mensagem pelo celular e se desacostuma com a voz e a presença do outro. Muitas teclas, pouco toque. Muitas telas, pouca visão. Muitos dados, poucos abraços.

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