58 Anos de Gratidão

A história vitoriosa da Primeira Igreja Batista em Guarapari começou como fruto do trabalho de um colportor, o Sr. Plínio de Andrade, em 1944. As primeiras reuniões foram embaixo de uma árvore, no bairro de Muquiçaba. A PIB de Vitória, sob a direção do Pastor Walter Kaschel, assumiu o ponto de pregação, transformando-o em congregação em 1946. Depois de então, a Congregação em Guarapari se reunia na Rua Pedro Caetano.

Na data de 12 de dezembro de 1959, a congregação foi emancipada em Igreja, estando até hoje, após 58 anos, pregando o Evangelho transformador do nosso Senhor Jesus Cristo. Essa data marcante nos leva a olhar para o passado com gratidão e para o futuro com viva e abundante esperança.

 

Cada pastor, diácono, membro, visitante, professor, voluntário, colaborador faz parte dessa história. Gratidão é a palavra que nos move. Nossa oração é que esta abençoada comunidade prossiga na visão santa de ganhar almas para Jesus. Todos que por aqui passaram deixaram suas marcas. Marcas que não se resumem apenas em 58 anos, mas que possuem peso de eternidade.

Parabéns, Primeira Igreja Batista em Guarapari, que nossa oração chegue ao Céu com aroma de gratidão. Com alegria declaramos: “Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas.” (Ap. 4:11) 

Amém, amém e amém. Com alegria e gratidão,

Pr. Diego Bravim

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Mensagens Pastorais

58 Anos de Gratidão

A história vitoriosa da Primeira Igreja Batista em Guarapari começou como fruto do trabalho de um colportor, o Sr. Plínio de Andrade, em 1944. As primeiras reuniões foram embaixo de uma árvore, no bairro de Muquiçaba. A PIB de Vitória, sob a direção do Pastor Walter Kaschel, assumiu o ponto de pregação, transformando-o em congregação em 1946. Depois de então, a Congregação em Guarapari se reunia na Rua Pedro Caetano.

Na data de 12 de dezembro de 1959, a congregação foi emancipada em Igreja, estando até hoje, após 58 anos, pregando o Evangelho transformador do nosso Senhor Jesus Cristo. Essa data marcante nos leva a olhar para o passado com gratidão e para o futuro com viva e abundante esperança.

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Não faz muito tempo ouvi uma expressão que proporcionou grande alegria para minha alma, certo homem disse assim: “O meu Deus é o Deus que Jesus chamou de Pai”. Que doce verdade, que confortante certeza. Somente nos registros do Evangelho de João, Cristo referiu-se ao Criador como Pai cerca de cento e cinquenta e seis vezes.

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Existe um modo como a sociedade nos enxerga: não pelo que somos, mas pelo que temos. A ótica humana costuma valorizar as pessoas pelo que elas possuem. Entretanto, o Senhor nos enxerga com misericórdia e com graça. Seu maravilhoso olhar transforma nosso ser, nosso viver. 

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Vejo homens e mulheres envolvidos em convivências fugazes, alígeras. Nutre-se um amor na sexta que misteriosamente acaba na segunda. Relacionamentos transformados em envolvimentos, na expectativa de emoções novas, que de fato chegam. Porém, chegam com sua irmã-gêmea: a frustração. Envolvimentos possuem prazos, relacionamentos não.

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